SISTEMA DE PLANEJAMENTO INTEGRADO DE OPERAÇÕES PORTUÁRIAS

Planejamento integrado de operações portuáriasO CONTEXTO

Para tornar-se mais eficiente, a Vale integrou e padronizou o processo decisório de diversas operações portuárias em Tubarão, Ponta da Madeira, Itaguaí e Guaíba. Cada operação exige o trabalho de especialistas com conhecimento específico sobre determinados grupos de ativos. Além disso, cada decisão tomada para determinado grupo influencia o uso dos demais. O desafio neste caso foi buscar a otimização global das operações, preservando a autonomia dos especialistas.

O minério de ferro da Vale é extraído, beneficiado e escoado por três sistemas produtivos integrados distintos. Cada um deles é composto por complexos mineradores, ferrovias e outros modais de transporte e pelo menos um porto, sendo o Sistema Norte atendido pelo Terminal de Ponta da Madeira, o Sudeste pelo Terminal de Tubarão e o Sul pelos Terminais de Itaguaí e Guaíba.

Os Terminais da Vale possuem 3 grupos operacionais principais: os píeres, a área de empilhamento (pátios do porto e das usinas de pelotização) e os viradores de vagões. Tais grupos são interligados por uma enorme quantidade de esteiras, equipamentos de empilhamento, recuperação e carregamento. A movimentação do minério pelo terminal é realizada por rotas de esteiras e equipamentos, utilizadas tanto para a descarga do minério nos viradores de vagão até o seu empilhamento em uma determinada área do pátio, quanto na recuperação do minério de uma área do pátio para ser conduzido até um carregador de navios. Rotas que compartilham equipamentos não podem ser utilizadas simultaneamente (bloqueio).

Cada grupo operacional de cada terminal tem uma equipe responsável pelo planejamento da utilização dos seus recursos. Porém, devido à interdependência entre os grupos operacionais, o melhor plano para um determinado grupo pode atrapalhar o desempenho de outro. Sendo assim, se cada equipe buscar o melhor resultado apenas para o seu grupo operacional, o resultado da operação global pode não ser o melhor possível.

A NECESSIDADE

Implantar uma ferramenta de apoio à decisão capaz de planejar, de maneira integrada, as operações de transporte ferroviário, descarregamento, armazenagem e embarque de maneira a alcançar o máximo desempenho possível com a estrutura presente, isto é, maximizando a taxa de carregamento e o minimizando o pagamento de multas por demoras de navios (demurrage).

A SOLUÇÃO

O SIOP foi inicialmente desenvolvido para a implantação nos Terminais de Ponta da Madeira e Tubarão que, além de apresentarem especificidades locais como a diferença do comportamento da maré, tinham práticas operacionais e de planejamento diferentes.

MÓDULOS

modulos

PLANEJAMENTO INTEGRADO

Permite diversas formas de planejamento para situações operacionais diferentes

BENEFÍCIOS

  • Aumento do throughput
  • Redução de custos de demurrage
  • Melhor utilização do pátio
  • Melhor utilização dos equipamentos
  • Integração do planejamento de áreas autônomas
  • Padronização do processo decisório
  • Planejamento menos dependente das pessoas

REPERCUSSÃO NA MÍDIA

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